Dia seguinte, a menina chegou, nervosa. Cumprimentaram-se com um beijo. Sentaram-se no sofá ela sem jeito, senhora 0 segurando o próprio impulso de ação, curiosidade, descoberta. Passou –lhe a mão nos cabelos, deu beijinhos no rosto, nos olhos. Mesmo com uma vozinha interior dizendo-lhe que aquilo tudo era muito estranho, incrível como se sentia à vontade. Ficaram ali por pouco tempo, um, dois, três beijos mais ousados, Sra. 0 com muita ousadia pegou- a pela mão e levou-a para o quarto.
Ficaram deitadas na cama, se beijando. Mas o impulso da Sra. 0 era passar a mão, sentir o corpo, queria mais.A menina estava um tanto insegura, disse que tinha medo de Sra. 0 enjoar em seguida, passando a novidade. Sra 0 achou aquilo mais estranho ainda, mas não conseguia nem pensar a respeito, conter o desejo, queria ver aquele corpo, simplesmente. Passou a mão por baixo da roupa, beijos e mais beijos, conseguiu tirar-lhe a blusa, achou- a muito muito bonita, sentia o cheiro do pescoço, ponta dos dedos dentro do sutiã, carinho, beijos, conseguiu deixá-la sem sutiã, e quando olhou para os seios, lindos, a menina, vulnerável, sentiu um arrepio esquisito na espinha enquanto dizia quase sem conseguir pronunciar a frase: Você é muito, muito linda….
Foi direto lamber os seios, mordia o bico, lambia, sentia na língua essa nova sensação, sabia instintivamente como fazer, é claro, sabia como sugar com gosto ao mesmo tempo que passava a ponta da língua, sabia, porque era também, uma mulher…que estranho se sentir tão á vontade, se sentir t
ão bem. Foi ao outro, porque algo lhe disse que faz bem ir aos dois, algo de mulher lhe dizia que o corpo todo explorado, sensibilizado, faz muito bem,mordeu barriga, teve vontade de abrir a calça, a menina disse não, na verdade percebeu que a menina estava atônita, respiração forte, um tanto perdida, resolveu respeitar. A menina disse que estava tudo muito rápido, e que ela queria sentir o corpo também da Sra 0. Sra 0 entendeu, mas não ficou a vontade. Estranhou não ficar a vontade. Tinha um certo receio daquela menina. Mas levantou a blusa, deu-lhe os seios.
Enquanto a menina mamava, pensou que se horas atrás ainda pensava se seria possível chupá-la ou não, aquela recusa só havia atiçado-a ainda mais. Disse- lhe puxando o rosto e olhando nos olhos: Da próxima vez, não tem desculpa, quero te chupar lá embaixo.
(continua…)
