As aventuras de Senhor e Senhora 0.
O que pode estar na mente de uma mulher.Arquivo para Novembro, 2008
SENSAÇÃO PROIBIDA (2)
Ele entro
u primeiro, deixou alguma água corrente pra tirar a sujeira de terra, e então ela de frente para ele, foi passando a esponja
de maneira bem caprichada, um banho verdadeiro, sem pressa. Lavou as mãos, os pés, pernas, barriga. No pau demorou um pouquinho mais, com as mãos e o sabão. Resolveu brincar um pouquinho com o pau, gostava muito do pau dele, que era, verdadeiramente, bonito, beirando à perfeição, no tamanho…formato… Porque adorava adiar as coisas quando sabia da certeza delas, ou pela sua adoração ao pau, deu vontade de mamar…lamber…vê-lo crescer…Ela tinha conseguido algo entre eles que era nunca saber no que iriam dar as iniciativas, se chegariam ou de que maneira chegariam ao gozo. Nunca sabiam. Então naquele momento nem ela sabia se iria querer lambê-lo e chupá-lo ao ponto de quase gozar… ou passaria logo ao que queria há tempos. Os dois sabiam que a intenção era outra, e isso a deixava muito excitava, com vontade de adiar essa sensação. Já tinham tapado a banheira, e a água rapidamente foi se acumulando, ela disse “Senta, para eu lavar o rosto e a cabeça.”
Não brincavam muito, como seria natural entre eles, o clima era de excitação e suspense disfarçado.
Então ela disse, sem conseguir disfarçar o tesão:
“Me deixe ficar atrás de você, para que eu possa enxaguar a cabeça.”
Ajeitou-se atrás, ambos sentados.
Enxaguou a cabeça, começou a passar a esponja nas costas, caprichou nisso, e pediu para que ficasse de pé.
Em seguida as coxas, com a esponja, então largou a esponja e passou a usar as mãos ensaboadas.Coxas, bunda, cu. Percebeu a excitação nele, se sentiu feliz, sabão, água, dedos, sabão, foi caprichando com os dedos, repetiu a sequência de ações umas três vezes e foi perdendo o acanhamento de na verdade tentar sentir devagarinho, sem sabão, nada, nas pontas dos dedos, a parte dele mais proibida.
Foi quando percebeu o quanto ele estava entregue, e foi passando-lhe a mão nas costas, e conseguindo que ele empinasse mais a bunda, era uma cena , muito, muito excitante, porque sabia que ele não confiaria assim sem mais…
Fê-lo ficar de joelhos, e aí de quatro, debruçou-se sobre ele meio de lado, precisou olhar e abrir a bunda para ver o cuzinho disponível, e com os dedos se insinuando no cu, outra mão sentindo o resto do corpo…foi dizendo, muito excitada, que aquele corpo era lindo demais, a bunda então….que estava muito doida, excitada por vê-lo assim,
começou a morder as costas…próximo à bunda…
Foi ao ouvido e disse…Vê se gosta…me diz se gosta….e forçou o dedo entrando um pouquinho…
Sentiu que ele estava adorando, e entrou com o dedo totalmente. O tesão que sentia era tanto, que por uns segundos sentiu até medo…
SENSAÇÃO PROIBIDA
O que havia acontecido,afinal de contas naqueles segundos, entre os dois? porque a recusa do
Sr 0..o medo?
Sr 0 havia simplesmente intuído o que só se passara rapidamente no pensamento dela, e era
uma vontade dolorosa, muito forte, de possuí-lo de outro modo, de um jeito diferente e uma total novidade em sua imaginação, mas que havia aparecido com tanta força que a surpreendeu.
Subitamente, montar, entrar naquele corpo que ela adorava tanto, passou a ser
uma idéia irresistível e poderosa.
Mas ela não imaginava a tortura que se tornaria tal desejo, porque as coisas foram
acontecendo da seguinte maneira:
Naquele mesmo dia, depois do “Péra”, ele se sentou na cama e ficaram se olhando, como se
não precisassem ou quisessem dizer nada, e a coisa teria que ser resolvida nos olhares.
Ela, um pouco divertida e terna,olhos carinhosos e amorosos, pernas cruzadas e juntas,
mão no queixo, mas um pouco cínica porque pensando que talvez,
se fizesse um carinho, desse uns beijinhos, talveeeeeez pudesse tentar de novo, sem explicar,
não tinha vontade de explicar nada.
Ele, pernas esticadas e cruzadas,pés agitados, olhar desafiador de quem quer dizer
que a coisa não seria tão fácil assim, ao mesmo tempo que os olhos quase que fingiam nem saber do que
se tratava, por pura maldadezinha, mas talvez, pudor, também.
Depois de alguns segundos, ela arrefeceu…desistindo…e só pronunciou
a palavra:
“…besta…”
ele deixou o corpo escorregar…deitando novamente…ajeitou o travesseiro com olhar
triunfante e divertido, mas em nenhum segundo dessa cena, tinham deixado de se olhar nos
olhos.
Nos dias seguintes ele foi aprimorando a arte de se tornar irresistível, ou ela passou
a olhá-lo de outro modo, difícil saber, mas não foram dias fáceis para ela.
A principio foram tentativas sérias, com respostas, tipo “ah sei lá…”… “prefiro deixar minha bundinha sossegada” mas aí ele percebeu o grande desejo, e ficou bem sacaninha.
Dava uma de distraído, sempre dando um jeito de mostrar a bunda, ás vezes, com olhar divertido, mas havia inventado vários nãos de diferentes tonalidades e sílabas, que poderiam ser, por exemplo, nã. niãaao.
nanão, nananinanão, e etc.
Ouvia dela palavras como “bobeira sua “, “cretino”, nas provocações abusadas, ou “problema seu ser tão bobo”, mas a verdade é
que a cada vez que ela acreditava ser o desejo possível tinha vontade de agradá-lo, e as palavras eram
trocadas por muito mimo.
Depois de mais dois ou três encontros esqueceu temporariamente a menina, era impossível
pensar na menina, e ela não se forçava a nada.
Não falou mais a respeito, mas pensava constantemente no assunto, e passou a entender
porque certas fantasias tomam tanta importância na vida das pessoas.
Até que um dia qualquer, ele entrou suado em casa, depois de trabalhar por horas no
jardim, e disse a ela que iria tomar banho.
Ela, que sempre foi de impulsos repentinos, mandou essa,
“Tá mal cheiroso, todo sujinho, coisa linda?” E de modo decidido: “Venha cá.”
Ele foi, como que hipnotizado, já excitado com a surpresa, balbuciou baixinho, sem jeito,
que as mãos estavam sujas de terra.
Ela cheirou com toda devoção o pescoço,e, sentindo o sal do corpo, passou a lamber, também,
com todo o gosto, deixando-o totalmente excitado, foi ao ouvido e disse, insinuando os dedos
superficialmente na região do seu objeto de desejo, por cima da calça solta do moleton. “tá me dando vontade de te dar
banho, para poder me aproveitar de vc…”
Beijo na boca, respiração forte, ele diz, de maneira meio atabalhoada – Chupa: ofereceu o mamilo evitando usar as mãos.
Ela lambeou, brincou, chupou os mamilos salgadinhos, adorava isso. Voltou a insinuar os dedos, agora, olhando-o
fixamente, e disse simplesmente : “Eu adoraria, sabia?”
Ele disse: “Vem me dar banho, então.”
(continua)
EXPERIÊNCIA (4)
Prometo que terminarei essa história. Vou dizer-lhes o que houve. É uma história completamente verdadeira, e todas as vezes em que eu pensava em continuar, imaginava a menina lendo-a e me dava um sentimento de culpa por ter prazer em contá-la aqui…quer dizer…sou tão tarada quanto covarde….mas prometo que num dia qualquer, quando acordar com a cara de pau suficiente para tanto, eu conto.

